terça-feira, 29 de abril de 2014
Dre São Jorge
domingo, 13 de abril de 2014
Quem vai ao DRE
Quem vai ao DRE?
Quem seremos?
Legionários Romanos da Legião “Ferrata”
O que levar?
»»»»»»»»»Túnicas individuais (todos se possível ou dois por patrulha, obrigatório)«««««««
Estandarte por patrulha Escudo individual
DRE 25 de abril Local: Vila de Rei
Alojamento: Acantonamento
Refeições: Almoço e lanche de casa – jantar servido no local
Ateliers: Furar escudo, pintar, ensaiar coregrafia coletiva e fazer espada (botão em esquadria)
Horário
8.15h - Concentração na sede
8.30h - Viagem para Vila de Rei em transporte dos pais
9h-10.30h - Chegada e arrumações
11h- Abertura de Campo (Dança)
11.30h- Jogo de Vila- Início do Circuito com Ateliers até ao Centro Geodésico de Portugal
13h- Almoçar
19h- Jantar no Centro Geodésico
20.30h- Jogo noturno – regresso ao local de acantonamento
23.30h- Silêncio
Segundo dia!!!
26 de abril Local: Penedo Furado
Alojamento: Abrigos Necessidades: »»»»»»»varas, sisal e panos de tenda ou “oleados”«««««««
Refeições: Almoço- ração fria, jantar – Servido no local Horário
7.30h- Alvorada
9h – Partida para RAID em rota marcada, com postos pontuáveis (unir 4 varas, fazer uma maca, construir uma quadriga).
17h- Montagem dos abrigos por patrulha (levar panos de tenda, sisal e varas)
19h- Jantar 21.30h- Animação de campo
Terceiro dia!!!
23.00h- Silêncio
27 de abril Local: São Domingos
Refeições: Almoço- Junta Regional PCB
Horário
7h- Alvorada
8h – Caminhada até São Domingos “Legião Ferrata na Festa da Conquista”
10,30h- Entrada triunfal em São Domingos
11h- Início na participação nos diferentes jogos Romanos e nas corridas de quadrigas
15h- Eucaristia
16,30h- Encerramento da Atividade
sábado, 5 de abril de 2014
Olá! Conforme decisão da Expedição de Santo António em 5 de Abril de 2014 voltaremos ao "Campo Domus Mundi" nos dias 11, 12 e13 de abril de 2014, para prepararmos o Dia Regional dos Exploradores.
O Horário em construção é o seguinte:
Sexta-feira 11 de abril
16h30 - 1ª Concentração na sede
21h30 - 1ª Concentração na sede
21h45 - Conselho de Guias
22h00 - Conselho de Expedição
23h10 - Silêncio
Sábado 12 de abril
08h00 - 1ª Alvorada para o pão
08h30 - 2ª Alvorada para todos
09h00 - Pequeno Almoço
10h00 - Arranjar as tendas
13h00 - Almoço (de casa)
14h00 - Atividades
16h00 - Banhos
18h30 - Eucaristia (Promessa da Mara)
19h30 - Preparação do jantar
22h30 - Reuniões
23h10 - Silêncio
Domingo 13 de abril
08h00 - 1ª Alvorada para o pão
08h30 - 2ª Alvorada para todos
09h00 - Pequeno Almoço
10h00 - Eucaristia (Domingo de Ramos)
13h00 - Almoço
14h30 - Desmontagem de campo
16h00 - Fim do Acampamento
Já inscritos:
Chefe Américo Pereira
Chefe Lucília Silva
Chefe Evangelina Silva
Rita Estrela
Duarte Belfo
Ana Sofia
Ana Catarina
Rita Galvão(1)
Joana Rita
Margarida Prates
Diogo Graça
Rita Marques
Jennifer Navalho
Igor Gaspar
Pedro Brás
Mara Silva(1)
sábado, 29 de março de 2014
Promessas dos Escuteiros de Rossio ao Sul do Tejo
Já no fim de semana que antecedeu este evento, os Lobitos e os Exploradores acamparam no denominado “Acaprom” (Acampamento das Promessas), realizado na Quinta do “Domus Mundi”, dedicando-se à preparação dos seus contributos, para a Vigília e Eucaristia, para que oito dias depois tudo corresse bem, na Cerimónia Oficial das Promessas.
O “Grupo das Festas”, nome dado a um conjunto de novos Dirigentes, reforçado com algumas das Caminheiras, idealizou, planificou e dinamizou os dois momentos solenes mais importantes das promessas e a animação que lhe esteve associada.
Se estas cerimónias cíclicas não são novidade, a curiosidade maior centrava-se no número de candidatos a Dirigentes a efetuarem este compromisso solene. Seis novos dirigentes de uma única assentada! Esta situação apenas tinha ocorrido uma vez em Rossio ao Sul do Tejo e há mais de vinte anos, ou seja, no século passado. Assim sendo, não admira que a maioria dos participantes, incluindo alguns dos fundadores, não se recordassem de tal efeméride, o que também, para o caso e para a maioria dos participantes, não era, de todo, significativo! Até porque tal como reza o ditado “Águas passadas não movem moinhos” e a situação ficou esclarecida pelos interessados com recurso a provas fotográficas.
O mais importante, isso sim, foi o fim de semana vivido pela família escutista e participado e partilhado pela comunidade local, entre familiares e amigos dos escuteiros do 697.
Esta cerimónia remonta aos tempos medievais, quando visava preparar, espiritualmente, os novos cavaleiros, para as suas missões de proteção e defesa dos locais sagrados e das próprias populações...
Nos nossos dias e para os escuteiros, este ato solene continua a ser importantíssimo, porque é a forma de os consciencializar para a dimensão de pertença ao escutismo, enquanto fraternidade de âmbito mundial e, também, ao Agrupamento e à Igreja local. É o assumir, perante Deus e a Comunidade, de novas responsabilidades que emergem dos Princípios e das Leis escutistas, que Baden Powell, fundador do escutismo, nos propôs há mais de um século, mas que se mantêm sempre atuais e úteis, no desenvolvimento harmonioso de crianças e jovens.
Uma canhota firme e sentida de parabéns a todos os que prometeram deixar este Mundo um pouco melhor!
Lobo dos Mourões
domingo, 23 de março de 2014
Patrulha Falcão
01. João Morgado (conta)
03. Kevin Segessenmann (conta)
04. Igor Gaspar ( pago)
05. Jennifer Segessenmann (conta)
06. Joana Rita (conta)
03. Duarte Belfo (conta)
04. Rita Estrela (conta)
05. Rita Galvão (pago)
06. Rita Marques (pago)
07. Pedro Brás ( )
Dirigentes (3):
03. Lucília Silva
segunda-feira, 10 de março de 2014
Sexta-feira
14 de Março de 2014
21h 00m - Sede - Início da atividade
21h 30m - Montagem do Acampamento
22h30m - Reunião de Patrulhas
23h 30m - Silêncio
Sábado
15 de Março de 2014
8h30m - Alvorada
(9h00m - Chegada da Alcateia)
9h30m - Atividades de Expedição (Construções e ensaios)
12h30m - Almoço (Vai de casa)
14h00m- Raid por azimutes (+-6Km)
16h00m- Palestra na Quinta dos Plátanos sobre "Os Dinossauros Portugueses"
16h 30m - Lanche (Vai de casa)
18h30m- Final do Raid
20h 30m - Jantar confecionado em campo
22h 00m - Atividades de Expedição
23h30m - Silêncio
Domingo
16 de Março de 2014
8h30m - Alvorada
9h30m - Atividades de Expedição (Construções e ensaios)
10h30m - Eucaristia
12h30m - Almoço confecionado em campo
14h00m- Arrumações e despedida
-----------------------------Preço : A combinar por patrulha
Já Inscritos:
Dirigentes
Lucília Silva
Evangelina Silva
Américo Pereira
Exploradores
Jennifer
Kevin
Pedro
Morgado
Sofia
Catarina
Margarida
Joana
Rita Marques
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Inscreve-te!!
quinta-feira, 6 de março de 2014
Escuteiros nas Margaridas 2014
"Uma atividade com chuva, sol e frio!”
terça-feira, 4 de março de 2014
Filme
“O Segredo do rio”
Narrador (movimentando-se alegremente): - Bom dia senhores e senhoras, meninos e meninas, tenho a honra de vos apresentar, uma extraordinária peça de teatro, cujo nome se intitula “ O Segredo do rio”. Acomodem-se, confortavelmente, nos vossos lugares, pois esta história irá levar-vos numa viagem, cheia de imaginação e emoção. Estejam com muita atenção para tentarem descobrir o nosso segredo.
(O narrador sai lentamente de cena e entra o menino que se aproxima do rio).
Menino (dirigindo-se a saltitar para o rio): – Que lindo dia que está hoje! Ufa que calor, vou banhar-me no rio para me refrescar.
(O narrador entra em cena, falando baixinho com um ar misterioso.)
Narrador: - O menino brincava alegremente quando, de repente, ouviu um barulho estranho dentro da água. Apesar de estar muito assustado, o rapaz aproximou-se lentamente para ver o que era. Subitamente, saltou de dentro de água uma criatura muito esquisita.
(O narrador sai de cena afastando-se discretamente).
Peixe (com um ar divertido, olhando para o menino): - Olá rapaz!
Menino (com um ar surpreendido respondeu gaguejando): - O… o...olá, acho eu! Mas tu falas como os hu….humanos!
Peixe (com um ar muito vaidoso): - Falo sim, aprendi a falar a vossa língua, porque vivi durante muitos anos num aquário, junto de uma família que cuidava muito bem de mim e que falava muito comigo. Foi assim que eu aprendi a falar a linguagem dos humanos.
Menino (com um ar curioso): - Mas como vieste aqui parar?
Peixe (com um tom de voz triste): - À medida que o tempo foi passando, eu fui crescendo, crescendo e tornei-me numa carpa muito grande. O aquário tornou-se muito pequeno para mim e o meu dono levou-me para o rio dando-me a liberdade. Agora estou sozinho e à procura de um lugar para viver.
Menino (com um ar satisfeito): - Eu tenho uma solução para o teu problema! Podes ficar aqui neste rio, assim já tenho um companheiro para as minhas brincadeiras, mas ninguém pode saber que tu falas, vai ser o nosso segredo!
(O narrador entra em cena com um ar muito alegre).
Narrador: - Os dias foram passando, a carpa e o rapaz tornaram-se grandes amigos, companheiros de brincadeiras. Mergulhavam no fundo do rio e brincavam com a bola. Mas dias difíceis aproximavam-se. (O cenário muda dando lugar a uma imagem de seca, o narrador continua a falar com uma voz muito triste) Com a chegada do Outono, o tempo continuava muito quente. Os frutos das árvores dos pomares apodreciam, a Natureza ia secando e os alimentos começaram a escassear.
(O narrador e o peixe saem discretamente de cena, enquanto se muda o cenário. Com o cair da noite entram em cena os pais do menino que conversam na casa sem se aperceberem da presença do rapaz que se encontra escondido).
Pai (com um ar preocupado): – Não sei o que vamos fazer mulher, estou muito preocupado com esta situação! Já não temos comida. O que vamos dar aos nossos filhos?
Mãe (com um ar terno e afectuoso): – Não te preocupes homem, havemos de arranjar uma solução! Tudo se há-de resolver! (De repente, a mãe dá um salto.) Já sei! Lembrei-me. No outro dia, vi no rio uma carpa enorme, se a apanharmos temos alimento para, pelo menos, dois meses!
Pai (com um ar mais satisfeito): - Que bom! Amanhã de manhã, vou para o rio apanhar esse peixe. Estamos salvos!
(O narrador entra em cena com um ar muito preocupado.)
Narrador: - O menino, que estava escondido atrás da porta, ouviu a conversa dos pais e decidiu avisar o seu amigo peixe.
(O narrador sai lentamente de cena, ao mesmo tempo que surge o menino a correr para o rio, gritando pela carpa).
Menino: - Amigo, amigo, onde estás?
Peixe (surgindo da água): - Estou aqui amigo!
Menino (quase sem fôlego): - Tens que partir! Os meus pais estão a planear apanhar-te para te comer. Tens que fugir para bem longe!
Peixe (com um tom de voz triste e a choramingar): - Custa-me muito deixar-te sozinho, mas hei-de voltar, assim que possa, para te ver!
(Com uma voz melancólica surge novamente o narrador, com outro cenário).
Narrador: - O peixe afastou-se, deixando – o a chorar. Os dias foram passando e o menino sentia-se cada vez mais solitário, a situação foi piorando, havia cada vez menos comida. (Dá-se uma mudança de cenário, o menino e as árvores desaparecem). – Durante a sua viagem, o peixe descobriu um barco naufragado, lá dentro encontrou várias latas de conserva com comida, lembrou-se logo do seu amigo e colocou as latas numa rede. Pediu a duas raposas que passavam por ali que o ajudassem a arrastar a rede.
Peixe (surgindo à superfície): - Bom dia amigas raposas, podiam ajudar-me a arrastar esta rede com comida, para levar ao meu amigo que está a passar por grandes dificuldades?
Raposas (falando em coro): - Claro que sim! Ajudamos-te com muito gosto!
(Surge o narrador em cena, ao mesmo tempo que aparece a lua e as estrelas, fala com uma voz suave).
Narrador: - As duas raposas ajudaram o peixe a arrastar a rede e, finalmente, chegaram de noite ao destino, à frente da casa do rapaz. Entretanto, o menino, que estava à janela, viu uma sombra na água, pensou logo no seu amigo e precipitou-se, de imediato, para junto do rio.
(O narrador sai de cena discretamente).
Menino (agitado e cheio de emoção): - És tu amigo voltaste.
Peixe (emergindo da água): - Sim voltei!
(Surge o narrador com voz de emoção)
Narrador: - Os dois amigos abraçaram-se com muita ternura, o peixe contou que tinha voltado, porque tinha a solução para os seus problemas e começou a contar a sua aventura.
(Mudança de cenário onde surge o dia, em que o narrador continua a falar).
Narrador: - No dia seguinte, o rapaz contou a novidade aos pais, mas sem nunca revelar o seu segredo. O pai, por estar muito agradecido, colocou no rio uma placa de madeira, com a seguinte inscrição: “proibido pescar neste local.” Ao amanhecer, o rapaz colocou outra placa a dizer:
Noites de Campo
Contactos: exploradores697@gmail.com
NOITES de CAMPO
(tenda ou abrigo natural)
Insígnia
de Amarela (75 noites) - Castanho
Insignia de Branca (50 noites) - Vermelho
Insignia Castanha (25 noites) - Azul
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Arquivo do "Ranking" da Secção dos Exploradores, dos últimos anos
1º Sofia Oliveira 99; 2º Catarina Oliveira 98; 3º João Morgado 83; 4º Thalles Oliveira 73; 5º Kevin Navalho 72; 6º Francisco Gonçalves 70; 7º Diogo Graça 66; 7º Ana Rita Mendes 66; 9º Filipa Neto 62;10º Igor Gaspar 58; 11º Jéssica Silva 57; 12º Margarida Prates 56; 13º Sofia Gonçalves 52; 14º Afonso Gaio 49; 15º Sara Pequeno 47; 16º Inês Gonçalves 45; 17º Rita Fangana 45; 18º Madalena Gonçalves 43, 18º Rita Galvão 43; 20º Inês Neto 41;21º Joana Sousa 41; 22º Joana Pratas 40, 23º Filipe Duque 39; 24º Ana Ferreira 37; 24º Joana Fangana 37; 26º Joana Fernandes 33; 27º Mariana Mendes 31; 28ºJoão Mira 30; 28º Rita Estrela 30; 29º Jennifer Navalho 29; 30º Duarte Pombo 29; 32º Rita Marques 28; 33º Adriana Sanches 27; 34º João Bernardo 27; 35º Duarte Belfo 26; 36º Laura Maduro, 24; 37º Afonso Plaza 20; 38º Ana Sofia Pequeno 19; 39º Maria Inês Albardeiro 18; 40º Afonso Grácio, 11; 41º Guilherme Alves 15; 42º Pedro Brás 7; 43º Raquel Duarte 5; 44º Leonor Anacleto 4; 45º Mara Silva 3; 46º Ana Isabel 3; 47º Cátia David 3; 48º Afonso Marques 3; 49º Rodrigo Caldelas 3; 50º Rodrigo 2; 51º Duarte Vivente 2;
